Prince Jackson participou ao vivo do programa da KTLA 5 para falar sobre a cinebiografia "Michael", da qual foi produtor executivo. Ele também compartilhou histórias pessoais sobre o legado e o sucesso de seu pai, além de sua paixão pela Heal L.A. Foundation, a organização sem fins lucrativos que ajudou a fundar.
▶️ Assista o vídeo completo no YouTube. Alguns destaques da entrevista abaixo.
📄 A ideia da braçadeira em homenagem a Michael foi de Bigi
P: O figurinista do meu pai, Michael Bush, foi quem fez o terno que eu estava usando.
(Entrevistador conta que viu sobre a braçadeira ser uma homenagem ao Michael).
P: Não posso levar o crédito por essa ideia, porque, na verdade, foi ideia do meu irmão, Bigi. Então, os méritos são dele. Mas o Michael Bush fez um trabalho incrível. Ele usou um tecido das roupas do meu pai. Quando eu era criança, meu pai sempre usava uma camisa vermelha de veludo cotelê. Então, fizemos a braçadeira com aquele mesmo tecido vermelho. E poder ter um pedaço dele não só comigo, mas também com todas as famílias que levamos conosco, foi algo muito especial.
📄 Entrevistadores elogiam Prince e dizem que Michael teria orgulho dele — deslize para ler ↓
E: Em algum momento, durante todo esse processo, isso foi uma forma de cura para você?
P: Ah, com certeza. Mil por cento. Eu nasci em 1997 e tenho muitos primos — minha família é enorme — e sempre ouvi todas essas histórias incríveis sobre como era a família crescendo junta nos anos 70, 80 e no começo dos anos 90. São histórias maravilhosas, e confesso que fico até com um pouco de inveja porque eu não estava lá. Então, poder reviver tantas dessas memórias com meus primos e, além disso, estar nos próprios lugares onde tudo aconteceu... por exemplo, filmamos bastante em Hayvenhurst, a casa da minha família, onde muitas dessas coisas realmente aconteceram.Como eu disse, filmamos o Motown 25 no Pasadena Civic Auditorium e filmamos “Thriller” no próprio lugar onde tudo aconteceu. Eu nunca tive a oportunidade de ver meu pai se apresentar ao vivo. E, para mim, isso é o mais perto que eu vou chegar disso. E, de muitas formas, foi muito terapêutico. Talvez não tenha me dado exatamente uma sensação de encerramento, mas... não sei bem como explicar. Só senti que foi algo muito bom para mim como pessoa. E sou muito grato por ter vivido essa experiência.
Entrevistador: Vou te dizer uma coisa. Eu sou pai de quatro filhas, e ouvir você falar sobre o seu pai me toca bem aqui [aponta para o coração]. E eu sei que ele teria orgulho de você.
Entrevistadora: Muito orgulho.
Entrevistador: E você está orgulhoso de si mesmo?
P: Eu tento estar. Tento me comportar todos os dias de uma forma que faria com que ele se orgulhasse de mim. Porque, quando eu era mais novo, meu pai sempre dizia que, quando saíamos pelo mundo, nós o representávamos. Então, tento me portar com a integridade que o nome dele merece, porque eu sou um Junior e tenho muito orgulho disso. E também penso nas crianças que ajudamos. Quero ter certeza de que nunca estou representando algo de uma forma que possa levá-las a pensar que podem sair por aí fazendo alguma coisa que não deveriam.
Entrevistadora: Você está fazendo um trabalho muito especial. Tenho muito orgulho de você.

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